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Desabamento no Brás: Nunes e Tarcísio se pronunciam

Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas falaram sobre o desabamento de um prédio no Brás, em São Paulo, e disseram que acompanham a ocorrência de perto. As equipes seguem mobilizadas no local, segundo o Metrópoles.

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Prédio desabado no Brás com equipes de resgate atuando no local
Foto: Metrópoles

Em resumo

Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas se pronunciaram na noite de sexta-feira, 6 de novembro de 2026, sobre o desabamento de um prédio no Brás, em São Paulo. Segundo o Metrópoles, ambos disseram que acompanham a operação, enquanto bombeiros e outras equipes atuavam no resgate e na busca por possíveis vítimas sob os escombros.

O desabamento no Brás, em São Paulo, levou o prefeito Ricardo Nunes e o governador Tarcísio de Freitas a se manifestarem na noite de sexta-feira, 6 de novembro de 2026. Segundo o portal Metrópoles, os dois informaram que equipes foram mobilizadas e que o caso está sendo acompanhado de perto, enquanto o resgate seguia no local.

O que disseram Nunes e Tarcísio

Em publicação nas redes sociais, Ricardo Nunes afirmou que a Prefeitura acionou equipes para atuar na ocorrência e que o monitoramento estava sendo feito em tempo real. Em vídeo, ele classificou a situação como “um grande susto para todos nós”, de acordo com o Metrópoles.

O prefeito também disse que Samu, Corpo de Bombeiros e a equipe de gerenciamento de crise da Prefeitura estavam mobilizados, com acompanhamento pelas câmeras do Smart Sampa.

Tarcísio de Freitas também publicou um texto sobre o caso. Segundo o Metrópoles, o governador reforçou que as equipes estavam mobilizadas e destacou que a prioridade era retirar com segurança as pessoas que ainda permaneciam no imóvel e localizar possíveis vítimas sob os escombros.

Como foi o desabamento no Brás

Ainda segundo o Metrópoles, o prédio desabou na região central da capital paulista na noite de sexta-feira. A ocorrência mobilizou bombeiros, equipes de resgate e autoridades estaduais e municipais.

O Corpo de Bombeiros informou que pelo menos 51 homens e 17 viaturas foram enviados ao local. A capitã Karoline Magalhães, porta-voz da corporação, disse que 35 pessoas estavam no imóvel no momento do desabamento. Oito conseguiram sair por conta própria, e outras 27 foram retiradas pelas equipes de resgate.

Entre os feridos, quatro pessoas foram levadas à Unidade de Pronto Atendimento Mooca. Segundo a apuração citada pelo Metrópoles, cães farejadores também foram usados para confirmar se ainda havia vítimas entre os destroços.

Suspeita inicial sobre a causa

O Metrópoles informou que a suspeita inicial é de que o excesso de peso por armazenamento de tecidos tenha causado o desmoronamento. Essa hipótese ainda precisaria ser confirmada pelas apurações oficiais.

Nunes mencionou essa possibilidade em sua fala, afirmando que muitos caminhões teriam chegado ao local para armazenar tecido. Já Tarcísio disse que o trabalho seguiria com assistência às vítimas, avaliação dos imóveis vizinhos e apuração rigorosa das causas do desabamento.

O que já se sabe até agora

A partir das informações publicadas pelo Metrópoles, os principais pontos do caso são estes:

  • o desabamento ocorreu na noite de 6 de novembro de 2026, no Brás, em São Paulo;
  • 35 pessoas estavam no prédio no momento do incidente;
  • 8 saíram por conta própria;
  • 27 foram retiradas pelas equipes de resgate;
  • 4 feridos foram encaminhados à UPA Mooca;
  • bombeiros usaram cães farejadores na checagem dos escombros;
  • a suspeita inicial é de excesso de peso por armazenamento de tecidos.

Monitoramento e próximos passos

Tanto o prefeito quanto o governador disseram estar acompanhando a situação. Segundo o Metrópoles, o foco das autoridades estava em manter a operação de resgate, prestar assistência às vítimas e verificar possíveis impactos em imóveis vizinhos.

A presença de equipes no local e o uso de cães farejadores indicam que a operação exigia cautela. Como se trata de uma ocorrência com risco estrutural e possibilidade de novas vítimas, o monitoramento continuava enquanto as equipes avançavam na área atingida.

Por que o caso chamou tanta atenção

O desabamento no Brás chamou atenção pela mobilização imediata de diferentes frentes de atendimento e pela presença de muitas pessoas no imóvel no momento do colapso. Além disso, o fato de o prédio estar em uma região central de São Paulo ampliou a repercussão do caso.

A manifestação de Nunes e Tarcísio reforçou a dimensão da ocorrência. Ambos buscaram demonstrar coordenação entre Prefeitura e governo estadual, enquanto o trabalho de resgate seguia em andamento.

Perguntas frequentes

Quem se pronunciou sobre o desabamento no Brás?

Ricardo Nunes, prefeito de São Paulo, e Tarcísio de Freitas, governador do estado, falaram sobre o caso, segundo o Metrópoles.

Quantas pessoas estavam no prédio no momento do desabamento?

De acordo com o Corpo de Bombeiros, 35 pessoas estavam no local quando o prédio desabou.

Qual é a suspeita inicial sobre a causa do desabamento?

A suspeita inicial é de excesso de peso por armazenamento de tecidos, mas a causa ainda precisa ser confirmada pelas investigações.

Contexto da ocorrência

A apuração divulgada pelo Metrópoles mostra que a resposta ao desabamento envolveu resgate, atendimento médico e monitoramento contínuo das autoridades. A prioridade, neste momento, era garantir a segurança da operação e verificar se havia mais alguém sob os escombros.

Com o caso ainda em acompanhamento, a expectativa era de que novas informações fossem divulgadas conforme o trabalho das equipes avançasse e a investigação sobre as causas fosse aprofundada.