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Prisão domiciliar no INSS: Mendonça libera Camisotti

André Mendonça concedeu prisão domiciliar ao empresário Maurício Camisotti, investigado no caso dos descontos irregulares do INSS. A decisão substitui a prisão preventiva por medidas cautelares.

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André Mendonça em decisão sobre prisão domiciliar no caso dos descontos no INSS
Foto: Jovem Pan

Em resumo

André Mendonça concedeu prisão domiciliar ao empresário Maurício Camisotti, investigado por descontos irregulares nos benefícios do INSS, segundo a Jovem Pan. A decisão foi tomada em 5 de novembro de 2026 e substitui a prisão preventiva por medidas cautelares, como tornozeleira eletrônica e proibição de contato com outros investigados.

A prisão domiciliar no caso do INSS foi concedida pelo ministro André Mendonça ao empresário Maurício Camisotti, investigado por descontos irregulares nos benefícios previdenciários, segundo a Jovem Pan. A medida substitui a prisão preventiva por cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de contato com outros investigados.

O que decidiu Mendonça

A decisão foi tomada nesta quinta-feira, 5 de novembro de 2026, e ainda está sob sigilo, conforme informou o portal de origem. Com isso, Camisotti deixa a condição de prisão preventiva e passa a cumprir prisão domiciliar com restrições determinadas pelo Supremo Tribunal Federal.

O caso ganhou destaque porque o empresário está preso desde setembro de 2025. A mudança de regime ocorre em meio à investigação sobre descontos irregulares aplicados a benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social, o INSS.

Quem é Maurício Camisotti no caso do INSS

Maurício Camisotti é apontado como um dos investigados no inquérito que apura os descontos irregulares nos benefícios do INSS. A informação foi publicada pela Jovem Pan, que também destacou que a defesa do empresário comemorou a decisão e afirmou que a prisão preventiva não se justificava mais.

Segundo a defesa, Camisotti não teria atuado para atrapalhar as investigações. Em nota, os advogados sustentaram que a custódia cautelar não deve ser usada como antecipação de pena e que ele cumprirá as medidas restritivas impostas.

Quais medidas cautelares foram impostas

A decisão de Mendonça, de acordo com o material divulgado, prevê a substituição da prisão preventiva por medidas cautelares. Entre elas estão:

  • uso de tornozeleira eletrônica
  • proibição de contato com outros investigados

Essas condições passam a valer no lugar da prisão preventiva, enquanto o processo de investigação segue em andamento.

O que diz a defesa do empresário

A defesa de Camisotti afirmou que a prisão não mais se justificava, citando o excesso de prazo e o desaparecimento dos motivos que sustentavam a custódia. A nota também diz que o empresário não teria atrapalhado o andamento das investigações.

Em um trecho divulgado pelo portal de origem, os advogados afirmam que a liberdade foi deferida em linha com o entendimento da Suprema Corte e com a legislação. A manifestação também diz que o empresário aguardará o desfecho da investigação e de eventual processo.

Entenda o contexto do caso

O caso envolve a apuração de descontos irregulares nos benefícios pagos pelo INSS. A decisão de Mendonça ocorre em um momento em que o Judiciário analisa a situação de investigados ligados ao caso, e o tema segue em acompanhamento pelas autoridades.

A publicação da Jovem Pan informa ainda que há expectativa de novas decisões sobre a situação dos investigados nos próximos dias. Isso indica que o caso pode ter novos desdobramentos em curto prazo, embora a decisão sobre Camisotti tenha sido individualizada.

O que muda com a prisão domiciliar

Na prática, a prisão domiciliar altera a forma de cumprimento da medida cautelar, mas não encerra a investigação. O empresário continua sujeito às restrições fixadas na decisão e permanece vinculado ao andamento do processo.

Para o leitor, o ponto principal é este: a prisão preventiva foi substituída por uma medida menos severa, mas o caso segue aberto e sob análise judicial.

Resumo do caso

  • André Mendonça concedeu prisão domiciliar a Maurício Camisotti
  • O empresário é investigado por descontos irregulares no INSS
  • A decisão substitui a prisão preventiva por cautelares
  • Camisotti está preso desde setembro de 2025
  • A defesa afirma que ele não tentou atrapalhar as investigações

Perguntas frequentes

Quem é Maurício Camisotti?

Maurício Camisotti é o empresário citado na investigação sobre descontos irregulares nos benefícios do INSS. Segundo a Jovem Pan, ele estava preso desde setembro de 2025.

O que decidiu André Mendonça?

O ministro concedeu prisão domiciliar a Camisotti, substituindo a prisão preventiva por medidas cautelares, como tornozeleira eletrônica e proibição de contato com outros investigados.

A investigação sobre o INSS acabou?

Não. A decisão trata apenas da situação cautelar de Maurício Camisotti. A apuração sobre os descontos irregulares nos benefícios do INSS continua em andamento.