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Desembargador assume governo de MS após licença

Dorival Renato Pavan assumiu interinamente o governo de Mato Grosso do Sul após a licença de Eduardo Riedel e do vice Barbosinha. A mudança ocorre até o fim da próxima semana, segundo a Secom e o TJ-MS.

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Dorival Renato Pavan assume interinamente o governo de Mato Grosso do Sul
Foto: Jovem Pan

Em resumo

Dorival Renato Pavan, presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, assumiu interinamente o governo do estado neste domingo, 1º, porque o governador Eduardo Riedel e o vice Barbosinha tiraram licença para descansar após as eleições. Segundo a Secom, o afastamento vai até sexta-feira, 6.

O desembargador Dorival Renato Pavan assumiu interinamente o governo de Mato Grosso do Sul neste domingo, 1º, após a licença solicitada pelo governador Eduardo Riedel e pelo vice-governador Barbosinha. Segundo o portal Jovem Pan, a previsão é de que Pavan fique no comando do estado até sexta-feira, 6, enquanto dura o afastamento temporário dos dois gestores.

Quem assumiu o governo de MS

Pavan é o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul e, de acordo com a notícia publicada pela Jovem Pan, era o terceiro na linha de sucessão ao governo estadual em caso de vacância do cargo de governador. Com a ausência simultânea de Riedel e Barbosinha, coube a ele assumir o Executivo de forma provisória.

A transição ocorreu porque o governador Eduardo Riedel, do PP, e o vice-governador Barbosinha, do Republicanos, pediram licença de seus cargos para descansar por alguns dias após o fim das eleições. O afastamento foi comunicado em ofício enviado à Assembleia Legislativa, segundo a Secretaria Executiva de Comunicação, a Secom.

Por que o governador e o vice se licenciaram

Segundo a Secom, o pedido de licença foi feito para que ambos pudessem descansar depois do período eleitoral. A publicação informa que Riedel, reeleito no primeiro turno das eleições de 2026, em 4 de outubro, informou que pretendia deixar o estado e, possivelmente, o Brasil durante esse intervalo.

No mesmo documento, o vice-governador também indicou que se afastaria das funções no mesmo período. A decisão abriu espaço para a linha de sucessão prevista no estado, mas o terceiro nome da fila, o deputado Gerson Claro, também comunicou que não estaria disponível nesta semana por compromissos de agenda.

Com isso, a responsabilidade temporária passou para o presidente do TJ-MS.

O que disse Dorival Renato Pavan

Ao comentar a situação, Pavan afirmou que pretende seguir as diretrizes da gestão atual e evitar mudanças bruscas na administração. Em declaração citada pela Jovem Pan, ele disse que não pretende promover inovações administrativas, alterar políticas públicas ou interferir no plano de governo e na execução orçamentária em curso.

A fala reforça que a atuação dele será de continuidade institucional, sem mudanças de rumo enquanto durar a licença do governador titular. A orientação, segundo o desembargador, é preservar a governabilidade no período de transição temporária.

Linha de sucessão no governo de Mato Grosso do Sul

A situação chamou atenção porque, com a licença simultânea do governador e do vice, a sucessão chegou ao Judiciário estadual. A reportagem informa que, sem a disponibilidade do presidente da Assembleia Legislativa, Gerson Claro, o comando do estado foi transferido ao chefe do Tribunal de Justiça.

Esse tipo de arranjo segue a ordem prevista para os casos em que há ausência dos titulares do Executivo. No caso de Mato Grosso do Sul, o TJ-MS informou que esta é a quarta vez, desde abril de 2002, que um presidente da Corte assume temporariamente o comando do Poder Executivo estadual.

Quanto tempo Pavan fica no cargo

De acordo com a notícia da Jovem Pan, Pavan deve permanecer à frente do governo sul-mato-grossense até a próxima sexta-feira, 6, quando termina a licença temporária solicitada por Eduardo Riedel.

Isso significa que o período de substituição é curto e está limitado aos dias de afastamento dos titulares. A expectativa é de retorno ao comando original após o fim da licença.

Repercussão da mudança temporária

Em vídeo divulgado nas redes sociais, Eduardo Riedel desejou sorte ao desembargador e agradeceu o apoio de Pavan. Segundo a publicação, o governador afirmou: “Não tenho dúvida nenhuma de que o estado estará em ótimas mãos durante esta semana.”

A mensagem indica que a troca foi tratada como uma substituição temporária e institucional, sem ruptura administrativa. O foco, neste momento, é manter o funcionamento do governo enquanto os titulares cumprem a licença.

Entenda o caso em resumo

  • Eduardo Riedel e Barbosinha pediram licença após as eleições.
  • A Secom informou que o afastamento foi para descanso por alguns dias.
  • O deputado Gerson Claro também não assumiria por conta de compromissos de agenda.
  • Dorival Renato Pavan, presidente do TJ-MS, tomou posse interinamente.
  • O período no cargo vai até sexta-feira, 6, segundo a reportagem.

Perguntas frequentes

Quem assumiu o governo de Mato Grosso do Sul?

Dorival Renato Pavan, presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, assumiu interinamente o comando do estado.

Por que o governador e o vice se licenciaram?

Segundo a Secom, Eduardo Riedel e Barbosinha pediram licença para descansar por alguns dias após o fim das eleições.

Até quando dura a gestão interina?

De acordo com a Jovem Pan, Pavan permanece no cargo até sexta-feira, 6, quando termina a licença temporária do governador.

O que observar daqui para frente

A principal atenção está no retorno de Eduardo Riedel e Barbosinha ao final da licença. Até lá, o governo segue sob comando interino, com a promessa de manutenção das diretrizes já em curso.

Para quem acompanha a política de Mato Grosso do Sul, o caso mostra como a linha de sucessão funciona em situações em que os titulares do Executivo se afastam ao mesmo tempo. Mesmo com a substituição, a orientação oficial é de continuidade administrativa, sem alterações no plano de governo.