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Desembargador preso na Operação Unha e Carne

Alexandre de Moraes autorizou a soltura do desembargador federal Macário Júdice, preso na Operação Unha e Carne. O ministro também determinou a transferência de Rodrigo Bacellar.

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Alexandre de Moraes em sessão do STF com destaque para decisão sobre a Operação Unha e Carne
Foto: Jovem Pan

Em resumo

Alexandre de Moraes autorizou a soltura do desembargador federal Macário Júdice, preso na Operação Unha e Carne, segundo a Jovem Pan. A prisão preventiva foi convertida em medidas cautelares com uso de tornozeleira eletrônica. Moraes também determinou a transferência de Rodrigo Bacellar para o sistema penal fluminense.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a soltura do desembargador federal Macário Júdice, preso na Operação Unha e Carne. Segundo a Jovem Pan, a prisão preventiva foi convertida em medidas cautelares, com uso de tornozeleira eletrônica.

A decisão também alcança o ex-deputado Rodrigo Bacellar, cuja transferência da penitenciária federal de Mossoró para o sistema penal fluminense foi determinada por Moraes, de acordo com a informação divulgada pelo portal. O STF não detalhou o destino final do ex-deputado.

O que decidiu Alexandre de Moraes

A medida tomada por Moraes muda a situação de Macário Júdice, que estava preso desde dezembro do ano passado. O desembargador federal atua no 2º Tribunal Regional Federal, o TRF 2, e havia sido detido na segunda fase da Operação Unha e Carne.

Segundo a assessoria de imprensa do STF, a prisão preventiva foi substituída por medidas cautelares. Entre elas, está o uso de tornozeleira eletrônica.

A decisão é relevante porque altera o status de um dos alvos da investigação sem encerrar o caso. Na prática, o magistrado deixa a prisão, mas permanece submetido a restrições impostas pela Justiça.

Por que Macário Júdice foi preso

De acordo com a Jovem Pan, Macário Júdice foi preso em uma etapa da Operação Unha e Carne que apura o vazamento de informações sigilosas da investigação contra o ex-deputado estadual TH Joias.

A prisão dele ocorreu como desdobramento da operação que, dias antes, já havia levado à prisão de Rodrigo Bacellar, então presidente da Assembleia Legislativa do Rio, a Alerj, hoje ex-deputado.

O caso se insere em uma apuração mais ampla da Polícia Federal sobre o compartilhamento de dados protegidos e seus desdobramentos dentro da investigação.

Quem é Rodrigo Bacellar no caso

Rodrigo Bacellar também aparece na decisão relacionada à operação. Segundo o advogado Daniel Bialski, Moraes determinou a transferência do cliente da penitenciária federal de Mossoró para o sistema penal fluminense.

O defensor afirmou, porém, que ainda não há informação sobre o destino de Bacellar. O STF, por sua vez, não informou detalhes sobre a transferência.

A movimentação reforça que o caso segue em andamento no Supremo e que novas medidas podem ser adotadas conforme a evolução do processo.

Entenda a Operação Unha e Carne

A Operação Unha e Carne é conduzida pela Polícia Federal e ganhou novos desdobramentos ao longo das investigações. O foco, segundo o material divulgado, está no vazamento de informações sigilosas e em conexões com figuras públicas do Rio de Janeiro.

O nome da operação passou a circular com mais força após a prisão de Bacellar e, depois, com a detenção de Macário Júdice. Agora, a decisão de Moraes recoloca o caso em destaque por envolver tanto a soltura de um desembargador quanto a transferência de um ex-deputado.

O que muda com a soltura do desembargador

A autorização para soltar Macário Júdice não encerra o processo, mas altera sua condição jurídica imediata. Em vez de permanecer preso, ele passa a responder sob medidas cautelares.

Na prática, isso significa que ele deixa a prisão preventiva e passa a cumprir exigências definidas pela Justiça, entre elas a tornozeleira eletrônica. O caso continua sob acompanhamento do STF.

Entre os pontos centrais da decisão, estão:

  • soltura do desembargador federal Macário Júdice;
  • conversão da prisão preventiva em medidas cautelares;
  • uso de tornozeleira eletrônica;
  • transferência de Rodrigo Bacellar para o sistema penal fluminense.

Linha do tempo do caso

  • dezembro do ano passado: Macário Júdice foi preso durante a Operação Unha e Carne;
  • dias antes da prisão dele: Rodrigo Bacellar, então presidente da Alerj, foi preso;
  • 31 de outubro de 2026: Alexandre de Moraes autorizou a soltura de Júdice e determinou a transferência de Bacellar.

Essa sequência ajuda a entender como a operação foi se desdobrando até a decisão mais recente do STF.

Por que o caso chama atenção

A notícia chama atenção porque envolve um desembargador federal, um ex-presidente da Alerj e uma investigação sobre vazamento de informações sigilosas. Além disso, a decisão de Moraes mostra que o processo ainda está em curso e pode ter novos capítulos.

Para quem acompanha política e Justiça, o caso é importante por reunir temas como atuação do STF, medidas cautelares, prisão preventiva e a apuração conduzida pela Polícia Federal.

Perguntas frequentes

Quem é o desembargador solto por Moraes?

É Macário Júdice, desembargador federal que atua no 2º Tribunal Regional Federal, o TRF 2.

Por que ele havia sido preso?

Segundo a Jovem Pan, ele foi preso na segunda fase da Operação Unha e Carne, que investiga o vazamento de informações sigilosas da apuração contra TH Joias.

O que aconteceu com Rodrigo Bacellar?

Moraes também determinou a transferência de Rodrigo Bacellar da penitenciária federal de Mossoró para o sistema penal fluminense, mas o STF não informou o destino final.

Resumo do caso

A decisão de Alexandre de Moraes autorizou a soltura de Macário Júdice e impôs medidas cautelares, incluindo tornozeleira eletrônica. No mesmo movimento, o ministro determinou a transferência de Rodrigo Bacellar, mantendo a Operação Unha e Carne no centro das atenções no STF e na Polícia Federal.