Tornozeleira de Leonardo Palhares segue mantida
Edson Fachin negou o pedido para retirar a tornozeleira eletrônica de Leonardo Augusto Furtado Palhares e manteve as restrições impostas no caso. A decisão acompanha a posição da PGR e cita risco de interferência nas investigações.

Em resumo
Edson Fachin, presidente do STF, manteve nesta quinta-feira, 5 de novembro de 2026, a tornozeleira eletrônica e as restrições impostas a Leonardo Augusto Furtado Palhares. Segundo o portal Jovem Pan, a decisão seguiu parecer da PGR, que apontou risco de interferência nas investigações da Operação Compliance Zero.
A tornozeleira eletrônica de Leonardo Augusto Furtado Palhares segue mantida por decisão do presidente do STF, Edson Fachin, nesta quinta-feira, 5 de novembro de 2026. Segundo o portal Jovem Pan, o ministro negou o pedido para retirar o equipamento e também rejeitou a suspensão da proibição de sair de São Paulo, ao entender que ainda existem riscos de interferência nas investigações da Operação Compliance Zero.
O que decidiu Fachin
A decisão de Fachin acompanhou o entendimento da Procuradoria-Geral da República, que já havia se manifestado pela manutenção das medidas cautelares. De acordo com a apuração publicada pela Jovem Pan, o ministro considerou que o cenário ainda exige restrições para preservar o andamento das investigações.
Na prática, isso significa que Palhares continua submetido às condições impostas no caso, incluindo o uso da tornozeleira eletrônica e a limitação de deslocamento fora de São Paulo.
Por que o pedido foi negado
Segundo o portal Jovem Pan, a avaliação do STF levou em conta a possibilidade de interferência nas apurações da Operação Compliance Zero. A decisão menciona que persistem riscos relacionados ao andamento do caso, o que justificaria a manutenção das cautelares.
A apuração citada na decisão aponta que Palhares teria formalizado, por meio da Varajo Consultoria, um contrato para dar aparência de legalidade a repasses ao servidor público Belline Santana. Esse é um dos pontos considerados na análise judicial.
O que disse a defesa
A defesa de Leonardo Augusto Furtado Palhares alegou que as restrições atrapalham o exercício da advocacia e impedem visitas à mãe, que enfrenta câncer e comprometimento neurológico grave, em Minas Gerais.
Ainda segundo a Jovem Pan, a defesa pediu autorização para viagens, mas Fachin rejeitou uma permissão genérica. O ministro determinou que qualquer deslocamento futuro seja analisado caso a caso, com manifestação do Ministério Público.
Entenda a Operação Compliance Zero
A Operação Compliance Zero é o contexto investigativo mencionado na decisão. O material divulgado pela Jovem Pan informa que o caso envolve apurações sobre possíveis repasses e a atuação de pessoas ligadas ao episódio citado na decisão do STF.
O ponto central, neste momento, é que o tribunal entendeu haver motivos para manter as restrições até que haja nova análise sobre a necessidade ou não de flexibilização das medidas.
O que muda com a decisão
Com a negativa de Fachin, permanecem válidas as limitações já impostas a Palhares. Entre os efeitos práticos da decisão, estão:
- manutenção da tornozeleira eletrônica;
- permanência da proibição de sair de São Paulo;
- necessidade de análise individual para eventuais viagens;
- participação do Ministério Público em cada pedido de deslocamento.
A decisão reforça que o STF, neste momento, não viu motivo para liberar o investigado de forma ampla e imediata.
Contexto da decisão publicada pela Jovem Pan
A informação foi divulgada pela Jovem Pan em 5 de novembro de 2026, com assinatura do colunista Bruno Pinheiro. O texto original destaca que Fachin acompanhou a posição da PGR e manteve as medidas cautelares por considerar que há risco de interferência nas investigações.
O caso segue em análise dentro do STF, e novas decisões podem depender de pedidos específicos e da manifestação do Ministério Público.
Perguntas frequentes
Quem é Leonardo Augusto Furtado Palhares?
É o advogado citado na decisão do presidente do STF, Edson Fachin, relacionada à Operação Compliance Zero, segundo a Jovem Pan.
Fachin autorizou viagens fora de São Paulo?
Não. O ministro rejeitou uma autorização genérica para viagens e determinou que cada deslocamento seja avaliado individualmente.
A tornozeleira eletrônica foi retirada?
Não. Fachin negou o pedido para retirar a tornozeleira e manteve as restrições já impostas no caso.
Resumo do caso
A decisão de Edson Fachin mantém Leonardo Augusto Furtado Palhares sob monitoramento eletrônico e com restrições de deslocamento. O entendimento do STF, segundo a Jovem Pan, é de que ainda há risco de interferência nas investigações da Operação Compliance Zero, motivo pelo qual as cautelares continuam em vigor.



